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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

QUEM PRETENDE PARA O BRASIL EM 2014?



Por Piero Locatelli e Rodrigo Martins, na revista CartaCapital:

A quatro meses da Copa, as mobilizações contra o Mundial de Futebol continuam a desafiar as diferentes instâncias de governo envolvidas nos preparativos. Moradores atingidos por obras, militantes de movimentos sociais e partidos, jovens organizados pela internet e a classe média amedrontada pelo perigo bolivariano se misturam em uma rede de indignados, mais de seis anos após o País ser escolhido para sediar o evento esportivo. Um ensaio dos protestos ocorreu no último sábado 25 em oito capitais.  

Em São Paulo, uma manifestação convocada pelo Facebook por um perfil apócrifo reuniu cerca de 2 mil pessoas e terminou com as costumeiras depredações promovidas por black blocs, mais de 160 detidos e um jovem baleado, a vítima mais recente do despreparo das forças policiais para lidar com protestos. Nas demais cidades, a adesão foi menor e os atos transcorreram sem incidentes graves. Mesmo assim, as autoridades sentiram o golpe.

Em viagem oficial ao exterior, Dilma Rousseff convocou uma reunião de emergência com os ministros do Esporte, da Justiça e da Defesa. A preocupação é de assegurar a paz nos jogos, mas os manifestantes temem que as polícias estaduais, com o beneplácito da União, insistam na repressão em vez de abrir canais de diálogo com a sociedade civil. As críticas se concentram nos vultosos gastos públicos, que beiram os 30 bilhões de reais, e nas intervenções urbanas, que, em larga medida, deixaram de lado a preocupação em estender os benefícios da Copa a uma parcela maior da sociedade.

Na frente do Brasília Shopping, um ato com apenas 50 manifestantes demonstrava diferentes faces anti-Copa: black blocs, grupos da “esquerda revolucionária”, coletivos de mulheres e direitos humanos, jovens travestidos e carnavalizados com um discurso de moralidade política e combate à corrupção. Um homem tatuado, vestido vermelho e máscara da presidenta incorporava a personagem “Dilmadura”. Desfilava com desenvoltura entre as câmeras de fotógrafos e da tevê, mas se recusava a conceder entrevistas. Enquanto os militantes de esquerda afinavam o discurso contra o aspecto excludente da Copa, um servidor público, identificado apenas como Fábio, repetia o bordão da ala conservadora: “Não tenho ligações com partidos, sindicatos ou entidades de classe. Falo apenas em meu nome e em nome do povo brasileiro, que está cansado da corrupção que assola este país há 500 anos”. E o que a Copa tem a ver com isso? “Tudo, meu amigo. Nunca se roubou tanto dinheiro como agora.”

Sob o vão livre do Masp, em São Paulo, uma fauna semelhante se aglomerou no sábado 25. Algumas dezenas de manifestantes, organizados em torno de um coletivo batizado como “Se Não Tiver Direitos Não Vai Ter Copa”, montaram barracas. O estudante Vitor Araújo, 19 anos, leu um manifesto contra o evento. Ele foi atingido pela PM durante um protesto no último 7 de setembro, quando perdeu a visão de um olho. O coletivo era formado por organizações de esquerda pequenas, como o Fórum de Saúde e a Anel, entidade estudantil ligada ao PSTU, além de militantes autônomos. Ao lado, senhoras com os enfadonhos narizes de palhaço, ativistas de direitos dos animais e manifestantes contrários à verticalização do Centro da cidade.

Diante do quadro disperso e heterogêneo, os militantes de esquerda tentavam liderar o protesto. Quem o guiou, porém, foram os adeptos do black bloc, despertados da letargia dos últimos meses. Apesar dos diferentes perfis de manifestantes, os adeptos da tática do quebra-quebra foram os únicos a ganhar atenção nos dias seguintes, no noticiário e nas redes sociais. Na Praça da República, um bloc levou chutes e pauladas de espectadores de um show em comemoração aos 460 anos de São Paulo. O Fusca do serralheiro Itamar Santos pegou fogo ao tentar atravessar uma barreira dos manifestantes, quando um colchão em chamas ficou preso ao carro. As cenas do velho Fusca consumido pelo fogo viraram uma arma de quem combate as manifestações na internet. Uma campanha na rede mundial de computadores para arrecadar fundos para Santos comprar um novo carro intitulada #vaiterfusca arrecadou 7 mil reais em quatro dias.


As ações dos blocs foram a justificativa para as mais de 160 prisões naquela noite, o maior número desde junho do ano passado. O estoquista Fabrício Chaves, 22 anos, acabou baleado pela polícia ao resistir à prisão. Os policiais alegam ter disparado após Chaves sacar um estilete. O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella, defendeu a ação da PM. “Não acho que seja manifestante quem anda com estilete, com materiais supostamente explosivos”, afirmou, sem tecer maiores comentários sobre a proporcionalidade da reação.

Esse ensaio de manifestação deixou claro ao menos uma coisa: o grito “não vai ter Copa” é muito mais uma palavra de ordem do que um objetivo. Embora tenham posições políticas distintas, dezenas de manifestantes ouvidos por CartaCapital concordam que o torneio não deve ser impedido com protestos. “Para mim, o ‘não vai ter Copa’ tem outro significado: ‘Não vai ter Copa sem luta’. Não dá para aceitar tanta lambança de forma passiva”, diz o historiador João Guilherme, presente no protesto em Brasília. “Pode ter Copa, mas vai ser difícil entrar no estádio e se locomover. E a responsabilidade é do governo, que decidiu fazer uma Copa em detrimento do que precisamos”, diz Wilson Honorio, militante do movimento negro Quilombo Raça e Classe, participante em São Paulo.

Apenas os organizadores do ato paulistano parecem acreditar sinceramente na possibilidade de interromper os jogos. “Para tanto, seria necessário o apoio popular em todo o Brasil. Em junho de 2013, o MPL mobilizou a população e reduziu a tarifa”, escreve o grupo “Contra Copa 2014” em entrevista via internet. Por medo de perseguição, eles preferem não se identificar.

Para conseguir conquistas com essas mobilizações, e não ser atropelado por manifestantes de direita, o Comitê Popular da Copa de São Paulo busca pautas concretas, chamadas de “nossos vinte centavos”. Entre as reivindicações estão a garantia do trabalho de ambulantes durante o Mundial, a revogação da lei que concede isenção fiscal à Fifa, auditoria popular da dívida pública e até a desmilitarização da polícia. “Não vamos nos colocar de forma genérica, como essa campanha ‘contra a corrupção’. Vai ser uma linha à esquerda,” diz Marina Mattar, jornalista e integrante do comitê. Em todo o Brasil, 12 comitês discutem constantemente uma pauta conjunta.

A seção paulista foi formada em 2011 por diversas organizações e movimentos sociais, além de militantes autônomos. Seus apoiadores reúnem de sem-teto a grupos de teatro e anarquistas. No Rio de Janeiro, eles coordenaram manifestações amplas há três anos, entre elas a resistência contra a demolição de uma escola pública, do Museu do Índio e do Estádio de Atletismo Célio de Barros, todos no entorno do Maracanã.

A mobilização carioca mantém estreitas ligações com urbanistas, professores e pesquisadores de universidades locais, e produz dossiês sobre as violações aos direitos humanos, como as remoções forçadas de moradores por conta das obras da Copa e das Olimpíadas, além de estudos que alertam para a tendência de uma cidade mais desigual e a segregação de pobres.


“Em qualquer lugar do mundo, os megaeventos esportivos são acompanhados de uma série de intervenções urbanas que mudam a cara das cidades-sede. O problema é que, no caso do Brasil, essas intervenções favorecem a elitização de certos espaços e levam à realocação dos pobres nas áreas periféricas”, afirma Orlando Santos Júnior, professor da UFRJ, pesquisador do Observatório das Metrópoles e integrante do comitê carioca. “Há um clima de ‘vale tudo’ pela honra de sediar um evento desse porte e atrair investimentos, mesmo quando os governos passam por cima dos direitos da população, como ficou explícito no caso das remoções.” Estima-se a existência de mais de 150 mil moradores realocados. O governo federal nunca divulgou um balanço nacional dos desalojados.

Os protestos a favor dos afetados pelas obras não vêm de agora. “Em 2009, quando o Rio foi escolhido como sede das Olimpíadas de 2016, protestamos na porta do Copacabana Palace. Tivemos a experiência ruim dos Jogos Pan-Americanos, que não deixaram nenhum legado para a cidade e atropelaram os direitos da população mais pobre. Não queríamos deixar isso acontecer de novo”, diz Inalva Mendes Brito, professora da rede pública e moradora da Vila Autódromo, comunidade ameaçada de remoção. “Há 20 anos tentam retirar os pobres da Barra da Tijuca. Após o Pan, a pressão aumentou. Agora, a desculpa é a construção da TransOlímpica.”

Em 2012, cerca de 2 mil manifestantes estiveram no evento “Copa pra Quem?”, no Centro de São Paulo. No fim do ano passado, o MPL, a Marcha da Maconha e a Frente de Luta por Moradia, entre outros, participaram da Copa Rebelde dos Movimentos Sociais. Agrupamentos sem ligação com o comitê também reclamaram. O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto ocupou e fez protestos em oito estádios. Em 2011, cerca de 2 mil militantes do MTST tomaram a sede do Ministério do Esporte.

Alguns manifestantes temem a escalada da violência estatal até o início dos jogos e mudanças legais que possam embasá-la. Uma delas é a lei para “aumentar a segurança” durante o evento, de autoria do senador e atual ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB-RJ). O projeto tipifica como terrorismo “provocar ou infundir terror ou pânico generalizado” com penas de até 30 anos de prisão. A proposta prevê ainda punição para quem “ofender a integridade corporal ou a saúde de membro de delegação, com o fim de intimidá-lo ou de influenciar o resultado da partida de futebol”. E restringe o direito a greve de diversas categorias profissionais no período do Mundial. Uma manifestante resume o medo da lei: “Não vale a pena protestar se for para eu ficar 30 anos na cadeia”. O projeto aguarda votação no Senado.

Um decreto do Ministério da Defesa, publicado em dezembro de 2013, prevê a atuação das Forças Armadas em “Operações de Garantia da Lei e da Ordem” para “preservar a ordem pública e a incolumidade das pessoas e do patrimônio” e prevenir a “sabotagem nos locais de grandes eventos”. A presidenta pode requerer o apoio do Exército quando “o esgotamento (das forças de segurança) decorrer de movimentos contestatórios”. 
 
Segundo o ministro Celso Amorim, a ação visa unificar os procedimentos das três Forças Armadas, e não tem relação direta com os protestos.


O governo federal apega-se a pesquisas internas, segundo as quais a maioria da população quer a Copa, está feliz com a sua realização no Brasil e acha que ela trará benefícios. Aposta, portanto, em manifestações pequenas, com pouca adesão. “Indicadores mostram que a maioria dos brasileiros, apesar de querer mais saúde e mais educação, também quer a Copa do Mundo. Não é a Copa ou a saúde, é a Copa e a saúde”, diz um assessor do Planalto. “Os integrantes do ‘não vai ter Copa’ são franca minoria, 1%.”

O Palácio do Planalto dá como certa, porém, a ocorrência de manifestações barulhentas e violentas. Até por isso, não está disposto a negociar previamente com os movimentos. Para o governo, não haveria o que discutir, pois o espaço para o diálogo não existe quando uma das partes simplesmente rejeita o evento.


A estratégia de segurança será a de evitar depredações. O Ministério da Justiça vai coordenar um plano de trabalho em parceria com as secretarias estaduais de Segurança Pública, mas o governo federal pretende deixar claro que cuidar das polícias não é sua atribuição. “Quem comanda a polícia são os estados, não somos nós. 

Eles têm autonomia, segundo a Constituição. O ministro da Justiça não pode baixar em São Paulo e dizer como os policiais devem se comportar”, pondera o assessor presidencial. A União se limitará a colocar a Força Nacional e a Polícia Federal à disposição. As Forças Armadas só serão acionadas em situações excepcionais.

Estimulados diretamente ou não por Brasília, os movimentos pró-Copa também se intensificaram. Para conter o #nãovaitercopa, difundiu-se a campanha #vaitercopa, adotada até pela presidenta. Em seu mais recente encontro com o presidente da Fifa, Joseph Blatter, no intervalo do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Dilma Rousseff voltou a classificar o torneio de “a Copa das Copas”. Em sua passagem por Cuba, a presidenta voltou a criticar os manifestantes: “Não perceber a importância da Copa é visão pequena”.

Dirigentes do PT negam uma ação coordenada. “Não formulamos campanha alguma. O #vaitercopa foi um teaser de momento, usado pela nossa equipe nas redes sociais”, diz José Américo, presidente da Câmara de Vereadores de São Paulo e secretário nacional de Comunicação do partido. “Em nenhum momento pensamos em fazer uma contraposição às ruas. As manifestações são legítimas e é até salutar que ocorram, sobretudo para fiscalizar os gastos públicos.”

A estratégia da legenda, segundo Américo, é “priorizar o esclarecimento” da população sobre a importância do Mundial e desfazer “equívocos” que circulam na internet. “Vira e mexe nos deparamos com dados inflacionados ou informações enviesadas, que tratam financiamentos do BNDES para empreendimentos privados como gasto público.”

Uma das pesquisas recorrentemente citadas pelo governo é um estudo da consultoria Ernst & Young em parceria com a Fundação Getulio Vargas, que previa 142 bilhões de reais a mais na economia entre 2010 e 2014, além da geração de 3,63 milhões de empregos.
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Os benefícios não devem servir de justificativa para passar por cima dos direitos da população, rebate Orlando Júnior, da UFRJ. O urbanista ainda critica o governo por “homogeneizar e desqualificar” os manifestantes. “Agora, todo mundo é visto como direitista ou instrumentalizado pela oposição, como se a maioria dos participantes dos protestos não fosse de militantes de esquerda, muitos deles com histórico de lutas com o PT. Seria mais inteligente aprender a ouvir, abrir canais de diálogo e desenterrar a reforma do nosso caduco sistema político.”
Mulher reclama com manifestantes após ter ser carro incendiado

Os manifestantes prometem continuar mobilizados até o fim do evento. O MTST, movimento que tem levado o maior número de militantes às ruas de São Paulo desde junho, deve reforçar os protestos a partir de 13 de maio. Páginas apócrifas na internet conclamam novos protestos. Uma efeméride pode dar força aos protestos na capital paulista. Em 19 de junho, completará um ano que o prefeito petista Fernando Haddad e o governador tucano Geraldo Alckmin anunciaram a redução da tarifa de ônibus e metrô, a mais clara vitória das passeatas do ano passado.

Os governantes levam uma vantagem desta vez. Ao contrário de junho, quando a voz das ruas surpreendeu a todos, há informações suficientes sobre o mal-estar e as reivindicações da população, ou de uma parte dela. Repetir os erros de 2013, principalmente a repressão desproporcional, só tende a esquentar a panela de pressão. No caos, os grupos organizados perderiam espaço para a turma “contra tudo que está aí”. E estes, a história ensina, costumam, no fundo, defender as piores opções. 

Free ilustration by: militanciaviva!

CANASTRICE EXPLÍCITA ! - PSDB QUER CASSAR VARGAS POR PUNHOS CERRADOS


 Neste exato momento, dentro e fora do pacífico continente sul americano, europeus, chineses,russos e norte-americanos, devem estar soltando gargalhadas da falta de criatividade da nossa patética oposição aqui no Brasil. Não é para menos: com tantos aperfeiçoamentos carentes de contribuição inteligente à serem enfrentados pelos digníssimos membros do nosso parlamento, vez por outra, ainda somos obrigados a assistir atitudes vazias e ridículas de figuras 'jogralêscas', que insistem em enxergar chifre em cabeça de cavalo. Como não da para levar à sério e, é de graça, só nos resta rir, também...
Líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA) diz que irá ingressar com representação na Corregedoria ainda hoje contra o vice-presidente da Casa, que ontem, ao lado do presidente do STF, Joaquim Barbosa, cerrou o punho durante a abertura dos trabalhos no Congresso; gesto é o mesmo dos condenados do PT na AP 470 quando se entregaram à PF; "O gesto do petista é uma chacota à Justiça", criticou o tucano, que aponta quebra de (?) decoro...




No Análise de Conjuntura

A ignorância tucana é ilimitada !


“O gesto de André Vargas, alusivo aos de Zé Dirceu e de Genoino, é o símbolo dos Panteras Negras, o movimento americano anti-racista.
Nos anos 60, os Panteras saíram à frente de Martin Luther King Jr e de Malcolm X.
Eles enfrentaram a opinião pública americana contra o racismo e os vestígios da Ku Klux Kan, especialmente os do Sul dos Estados Unidos.
Portanto, Dirceu e Genoino re-encarnaram um movimento de libertação – contra os negros e os oprimidos, que estão na origem das preocupações do PT.
E contra a injustiça de um julgamento de exceção.
É a isso que o gesto de Vargas remete.
O resto são impressões digitais da intolerância que lembra a KKK …“


Dr Socrates


Tommie Smith e John Carlos, nas Olimpíadas do México, 1968


Dra Angela Davies, comunista e aliada aos Panteras Negras


O militante comunista Madiba


O velho comandante brasileiro, Lula da Silva

O Craque afro-luzitano, Eusébio
 

Tá...Até então não há surpresa nenhuma no gesto,  fora tratar-se de Imbassahy, político que, vez por outra (confira o post abaixo de 2012) é apontado pela mídia da sua própria terra, como sendo uma espécie de candidato eterno à  5ª coluna do PT.

Será: Imbassahy vai para o PR para reforçar candidatura petista

Imbassahy no fazendo corte no palanque vermelho do governador da Bahia,Wagner do PT.
Segundo noticia vinculada no site Bahia todo dia o tucano Antonio Imbassahy estaria de malas prontas para o PR ,partido que aderiu a base do governo Wagner após a nomeação do seu presidente o ex- governador Cesar Borges como vice presidente do Banco do Brasil.
Segundo o está a se desenhar na política baiana uma grande operação que vai mexer com o tabuleiro eleitoral de Salvador. O movimento pode ser considerado um golpe na oposição, em especial em ACM Neto, com forte influência na eleição da capital. E responde pelo nome de Antonio Imbassahy.
Ex-prefeito de Salvador por oito anos, Imbassahy estaria desembarcando no PR na esteira da intervenção que o PSDB nacional vai fazer na capital baiana para o partido fechar com ACM Neto. Essa seria a troca acertada em Brasília, com os democratas de São Paulo aninhado-se nos braços de José Serra, que concorrerá à prefeitura paulistana.
O problema é que Imbassahy não aceitou o acordo que o rifaria de concorrer em Salvador para apoiar ACM Neto. Gente com trânsito junto ao ex-prefeito e também no DEM garante que mágoas do período em que estava na seara carlista o impedem de fechar com o herdeiro político do grupo. E assim, como forma de se manter vivo e buscar um novo rumo político (já que ficaria sem espaço no PSDB), não restou outra alternativa a ele que mudar de lado e, de quebra, se vingar de Neto e do tucanato nacional.
A ida de Imbassahy para o governismo e para apoiar Pelegrino foi costurada pelo próprio governador Wagner, com quem ele conversou na última quarta (16).
(Visãocidade)
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Barbosa inclui na pauta do STF processo contra filho de José Dirceu




SAIU NA FOLHA

De acordo com a coluna Painel, da Folha, ministros do STF se surpreenderam com o fato de Joaquim Barbosa incluir na pauta da primeira sessão o processo contra o deputado federal Zeca Dirceu, filho de José Dirceu, por suposto crime eleitoral.
Na semana passada, Ricardo Lewandowski, em sua interinidade na presidência da corte, deu parecer
favorável a que fosse analisado pedido de trabalho do ex-ministro da Casa Civil, condenado no
mensalão.
“Também estão na pauta outros processos contra prováveis candidatos, como uma ação contra o
senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e embargos a um acórdão do STF que recebeu queixa-crime contra
o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ)”, diz a nota.

Povo norte-americanos cada vez mais anti-guerras




Os políticos americanos vão ter de conviver com uma nova realidade: seu povo está ficando hostil a guerras.
É o que mostra pesquisa Pew Research/USA Today.
As opiniões sobre a guerra do Iraque mudaram em 3 anos.
Enquanto que em 2011, na retirada das tropas, para a maioria, 56% x 33%, , o país atingira seus objetivos, agora a coisa virou: 52% x 37% acham que deu errado.
A análise da guerra do Afeganistão foi semelhante.
Em 2011, na euforia da morte de Bin Laden, a maioria dos americanos acreditava que guerra iria acabar bem. Não vai não, foi a opinião dominante – 52% x 38%- na pesquisa de 2013.
51%x 41% ainda dizem que foi correto atacar o Afeganistão, que se tornara um refúgio seguro para a al-Qaeda preparar seus atentados no exterior.
A opinião geral está mudando pois em 2006, muito mais gente pensava assim: 66%.
Quanto à guerra do Iraque, em si, o apoio da população desabou.
No ano da invasão, 75% dos americanos aplaudiram entusiasmados, acreditando na versão (provadamente falsa) de que Saddam Hussein tinha um programa militar nuclear.
Neste ano, a condenação do ataque venceu por 50% x 38%.

Obama não foi ouvido na pesquisa, mas todos conhecem sua opinião, manifestada até recentemente: a guerra foi errada mas é inegável que o Iraque agora está melhor do que antes.
Ele devia estar de brincadeira.
Com atentados diários, que já mataram mais de 7 mil pessoas, o Iraque está perto de uma guerra civil entre xiitas e sunitas, que antes da invasão americana viviam em paz.

Os resultados da nova pesquisa Pew/USA Today confirmam o desencanto do povo dos EUA em relação às guerras em que seu país tem se envolvido.
Visualiza-se uma tendência pacifista benéfica para o planeta inteiro.

Fonte: Olhar o Mundo

ALIMENTANDO AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS NOS PRESÍDIOS ? - POLÍCIA MILITAR DO PARÁ ESTOUROU FÁBRICA DE ARMAS CLANDESTINA EM TUCURUÍ

 Equipamentos de fabricação de armamentos  funcionando a todo vapor
O Comando da 15ª Zona de Policiamento de Tucuruí estourou na manhã desta segunda-feira, uma fábrica clandestina de confecção de armamentos, que funcionava no bairro Jardim Colorado, em Tucuruí, sudeste paraense, no local foi apreendido vastos equipamentos de fabricação de espingardas e rifles.
Silva, o suspeito de comandar a fábrica
No momento da revista na residência, também foram encontradas espingardas e munições. Damião Jesus da Silva foi preso suspeito de comandar a fabricação clandestina.

A PM após investigação intensificada há vários dias pela sua equipe de policiamento Velado, esteve na manhã desta segunda-feira na Travessa Goiânia em um beco no bairro Jardim Colorado, local em que foi localizada a fábrica clandestina de armamentos onde foram recolhidos 60 canos de espingardas, 9 coronhas e 48 munições de calibres 12, 20 e 32.

Depois de autuado em flagrante, agora sob custódia, o suspeito de ser o responsável pela fábrica, foi colocado a disposição da Justiça local e será transferido para a Casa Penal de Tucuruí, onde aguardará julgamento pelo crime que esta sendo acusado. 
 
Fonte: Jornal de Tucuruí e Região

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

INSULZA EM HAVANA



O Senhor José Miguel Insulza, Secretário-Geral da OEA, esteve em Havana para participar, como convidado, da segunda reunião da CELAC – Comunidade dos Estados Latino-Americanos e do Caribe, transformando-se no primeiro dirigente da Organização dos Estados Americanos a pisar o solo cubano em 52 anos, desde a expulsão de Cuba da entidade, em janeiro  de 1962.
 
A CELAC, fundada há dois anos por iniciativa venezuelana, reúne 33 nações da região, com exceção dos Estados Unidos e Canadá, e de ex “potências” coloniais, como Portugal e Espanha,  que têm visto suas sucessivas cúpulas “ibero-americanas”, fracassarem e serem simplesmente ignoradas, por nossos países, cada vez mais.
Por que os norte-americanos e canadenses ficaram de fora da CELAC? Porque, embora teoricamente “americanos”, eles fazem, geopoliticamente, parte de outro bloco - a que pertencem também Grã Bretanha e Austrália - que não é confiável para “nosotros”, como ficou comprovado pelas atividades de espionagem denunciadas por Edward Snowden, praticadas de forma contumaz por esses países contra o resto do mundo, e particularmente contra o Brasil, pelos EUA e o Canadá.
 
A reunião da CELAC de Havana serviu como uma espécie de desagravo latino-americano, do Rio Grande à Terra do Fogo, a Cuba, e também como reconhecimento geral do fracasso do embargo norte-americano ao regime cubano, tanto do ponto de vista diplomático como do econômico, evidenciado pela inauguração, por Dilma e Raul Castro, do Megaporto de Mariel, e de sua Zona Especial de Desenvolvimento, que tem sido vista pela imprensa internacional como o marco maior da abertura cubana à modernização e ao capital estrangeiro.    
Construído por empresas brasileiras, com a exportação de bens e serviços nacionais no valor de quase 900 milhões de dólares, o Megaporto de Mariel receberá, a partir do próximo ano, fábricas do mundo inteiro, para a montagem - em sua Zona de Desenvolvimento de 255 km2 - de produtos a serem transportados pelo vizinho Canal do Panamá, que está em fase de ampliação.
A importância da reunião da CELAC para Cuba pode ser medida pela presença do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, e de 32 dos 33 líderes convidados. Além disso – para maior incômodo dos Estados Unidos - foi aprovada, também, a criação de um foro permanente de cooperação dos países membros com a China, que acaba de ultrapassar o Japão como a segunda maior economia do planeta.
A reunião também analisou   projetos de combate à pobreza e à desigualdade na América Latina e Caribe; a transformação desse espaço geográfico em uma “zona de paz” – em velada alusão às bases militares norte-americanas na Colômbia - e o reconhecimento do princípio de não intervenção em assuntos internos de outros países e de cada  país  membro escolher seu próprio “modelo” político”. 
A presença do Secretário-Geral da OEA em Havana, depois de reaberta em 2009 a possibilidade – terminantemente recusada pelas autoridades cubanas - de Cuba voltar a pertencer à organização, se deu mais no contexto de uma clara vitória diplomática e da  superação ao bloqueio imposto pelos EUA, do que de um afago cubano à OEA.
Ao convidar Insulza, Cuba foi generosa. Mas é preciso evitar que isso se torne um hábito. A CELAC foi criada como um foro exclusivo dos povos latino-americanos e do Caribe.
Se a OEA começar a ser convidada oficialmente - mesmo que como observadora - a cada novo encontro da CELAC, será o mesmo que colocar os EUA e o Canadá dentro do plenário.            

AMOR À GRANA ! - O BEIJO DE FELIX E A AGENDA OCULTA DA REDE GLOBO

Em comunicado, Globo justifica beijo gay em novela…



A conservadora rede Globo enviou um comunicado, para alguns veículos, para explicar o beijo que ocorreu entre os personagens Felix e Niko de "Amor à Vida". 

A pergunta que não quer calar: para quê?

"'Toda cena de novela é consequência da história, responde a uma necessidade dramatúrgica e reflete o momento da sociedade. O beijo entre Felix e Niko selou uma relação que foi construída com muito carinho pelos dois personagens. Foi, portanto, o desdobramento dramatúrgico natural dessa trama. A pertinência desse desfecho foi construída com muita sensibilidade pelo autor, diretor e atores e assim foi percebida pelo público. É importante lembrar que o relacionamento homossexual sempre esteve presente nas nossas novelas e séries de maneira constante, responsável e natural. A cena esteve de acordo com essa premissa e com a relevância para a história", diz a nota.
A relação de Niko e Félix foi construída tão naturalmente que o beijo (um encostar de lábios marcante, como disse um amigo) virou apenas uma consequência. Emitir um comunicado, então, se mostrou desnecessário. A vida é assim e pronto. Não tem de explicar. As pessoas podem não aceitar, mas têm de respeitar. Ficou parecendo que a Globo quis se explicar para as camadas mais conservadoras. Por outro lado, o comunicado também mostra que o canal vai capitalizar muito em cima da cena, óbvio. Os jornalísticos da emissora vão explorar bem o assunto, que há tempos já deveria ter sido superado na teledramaturgia.
Novela é ficção, mas a grande maioria se propõe a abordar a realidade. Adiar um beijo gay só mostrou o quanto o canal é conservador. Poderia ter feito o primeiro beijo gay da história da teledramaturgia há anos (lembram como o público torceu para o Tarso, personagem vivido por Bruno Gagliasso, na novela "América", em 2005?), mas deixou o fato escapar para o SBT na novela "Amor e Revolução", de Tiago Santiago. De qualquer maneira, a Globo mostrou que há uma luz no fim do túnel.
Em tempo: o SPTV exibiu os melhores momentos da cena e o beijo, claro, estava entre eles. 

Nota do Blog: No mundo real, a agenda oculta da Globo não esta atrelada à nenhuma chaga social, que teria virado alvo da  sua 'vocação libertária'. O foco aqui é polemizar ao máximo, para levantar a audiência da emissora que, aliais, anda bastante capenga e, como consequência, o seu  faturamento. Neste falso quesito envolvendo adultérios e amores malogrados entre genêros, o veterano  escrachado João Cleber, é menos hipócrita.

 Fonte:Portal Yahoo

ALSTOM RECONHECE PROPINA EM USINA DO GOVERNO FHC


Hidrelétrica de Itá, em Santa Catarina, foi um dos projetos do programa de privatização no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB); documento de auditoria interna da multinacional francesa diz que cerca de R$ 6 milhões em valores atuais foram pagos como suborno em 1999; alvos seriam a Eletrobras e a Eletrosul; em SP, companhia pagou propina por contrato com a EPTE, que também beneficiou pasta na época comandada por Andrea Matarazzo; hoje vereador, ele arrecadou milhões para a própria reeleição de FHC.

3 DE FEVEREIRO DE 2014 


247 – Um dos pivôs dos escândalos de suborno de governos tucanos em São Paulo, a Alstom reconheceu também ter pago uma comissão, em janeiro de 1999, para vender equipamentos para a hidrelétrica de Itá, em Santa Catarina.
 
 

ACABOU O CICLO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES?




Emir Sader

A cantilena volta a cada eleição. Em 2006, nem era preciso, porque o ciclo seria cortado logo no início, se as previsões da oposição de que, depois da campanha midiática contra o governo e o PT e o estrangulamento de recursos no Congresso, dessem certo.
Não contavam com a astúcia do governo Lula, que já podia contar com os resultados da prioridade do social, que havia acertado a mão com as políticas sociais e pôde derrotar de novo a oposição. Em 2010 então, os que teorizavam que era o lulismo o que segurava o governo, se entusiasmavam com a possibilidade de voltarem a governar, amparados na “científica” previsão do diretor do Ibope e na galhofa de que a Dilma era um poste.
A eleição da Dilma permitiu demonstrar como o esquema de governo valia mais alem do “lulismo”, mantendo e intensificando o modelo econômico-social. Agora, a falta mal disfarçada de entusiasmo da oposição apela para um suposto "fim de ciclo do PT”, o que alentaria os desalentados candidatos da oposição a buscarem alguma esperança para encarar a mais difícil campanha da oposição.
O coro neoliberal na mídia entoa: terminou o modelo de crescimento econômico induzido pelo consumo, pela distribuição de renda. Faz terrorismo para que as taxas de juros sigam subindo, apelando para um suposto descontrole inflacionário. Propõe o abandono do modelo econômico e a volta à centralidade do ajuste fiscal, que levou o Brasil à profunda e prolongada recessão que o FHC deixou de herança pro Lula.
Sabemos o que é “fim de ciclo”, com o fim do curto ciclo tucano, apesar das suas ameaças que teriam vindo para destroçar o Brasil por 20 anos. A política econômica de estabilização monetária e de ajuste fiscal se esgotou, FHC conseguiu esconder a crise de janeiro de 1999 e a nova e arrasadora negociação com o FMI – que o fez levar a taxa de juros a 49% (sic) -, para poder se reeleger. Mas em seguida a economia naufragou numa profunda e prolongada recessão, sendo resgatada só pelo governo Lula.
O apoio ao governo do FHC desceu a seu mínimo, não conseguiu eleger seu candidato e, dali pra frente, só enfrentou derrotas eleitorais. Não tem nada a propor, candidatos tucanos renegavam o governo FHC, quem o reivindica ressuscita os que levaram o pais ao pântano, corre o risco de nem sequer chegar em segundo lugar nas eleições deste ano. Isso é esgotamento, fim de ciclo.
A Dilma mantem alto apoio popular, é favorita para reeleger-se este ano, os índices sociais são melhores ainda do que quando a economia crescia mais, o Lula continua a ser o maior líder politico do Brasil, o PT tem projeções para obter o melhor resultado da sua história para governadores e para o Parlamento.
Os problemas que o governo enfrenta só podem ser superados não pelo abandono do modelo que permitiu o país crescer e distribuir renda, simultaneamente, como nunca havia feito na sua história. Mas pelo seu aprofundamento, pela quebra do poder do capital especulativo, por um papel mais ativo ainda do Estado na economia, pela extensão e aprofundamento das políticas sociais. E não pelo seu abandono, para o retorno a pacotes de ajuste prometidos pelos candidatos da oposição, com as duras consequências que conhecemos.
Não há fim de ciclo do PT. Dilma e Lula tem a popularidade que falta a FHC. O país não entrou em recessão, como com os tucanos, com a exclusão social que caracterizou o seu governo. A maioria da população claramente prefere a continuidade do governo do PT às propostas regressivas da oposição. O Brasil se prepara para a segunda década de governos posneoliberais.


Barbosa tira foto em Miami com foragido da justiça



247 – O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, se envolveu em mais uma 
polêmica. Ainda sem conseguir justificar as 11 diárias financiadas pela Corte em suas férias na Europa, 
circula atualmente na internet uma imagem em que o magistrado aparece em Miami ao lado de um 
foragido da Justiça brasileira.
Barbosa aparece com Antonio Mahfuz em imagem postada no seu Facebook, com a legenda: “Sob a 
mesma luz que guiava os peregrinos no deserto! Renasce a esperança com o Justiceiro. Thanks God!”.
Segundo Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, “não haveria problema nenhum não fosse 
Mahfuz a chamada chave de cadeia. Ele fugiu do Brasil, há quinze anos, e deixou atrás de si copiosos 
calotes. Uma contabilidade recente coloca Mahfuz como réu em 221 processos”.
Colunista lembra que, o foi exatamente para escapar da cadeia que ele se refugiou na Flórida, “onde 
sabemos que JB comprou um apartamento em nome de uma empresa imaginária, para não pagar 
imposto”.
Mahfuz foi processado pelo seu principal credor, o banco Chase Manhattan e por suas irmãs, sob a 
acusação de que ele falsificou a assinatura do pai numa procuração que lhe dava poderes para 
administrar os negócios do patriarca, Elias Mahfuz, um imigrante sírio que montou do nada um 
patrimônio respeitável no interior de São Paulo.
Segundo Nogueira, seja qual for a origem da confraternização de Mahfuz e Joaquim Barbosa, está claro que ele deve uma satisfação aos brasileiros (Leia mais no DCM).
Condenado na AP 470, Delúbio Soares repercutiu a foto no Twitter com o post: "Antônio Mahfuz: 221 processos, prisão decretada, foragido do Brasil. Em Miami, com Joaquim Barbosa, num bar."

Homem com rifle e facão é preso por ameaçar ex-presidente dos EUA George W. Bush

 
NOVA YORK (Reuters) - Um homem de Nova York sentado em um carro e que portava um rifle carregado, um facão e um recipiente contendo gasolina foi acusado na sexta-feira de ameaçar matar George W. Bush, depois de professar um interesse romântico pela filha mais velha do ex-presidente dos Estados Unidos, afirmaram promotores.
Benjamin Smith, 44 anos, de Pittsford, no estado de Nova York, foi preso em Manhattan pelo serviço secreto dos EUA, segundo uma queixa criminal.

"Bush vai ter a sua", gritou Smith ao ser levado em custódia, de acordo com a denúncia. 



PAIXÃO ASSASSINA?

Mais tarde, quando perguntado sobre seu estado civil, ele disse aos agentes que era divorciado e "trabalhava em um relacionamento com Barbara Bush".


Em uma audiência preliminar, a advogada assistente Andrea Griswold disse ao juiz Henry Pitman que o governo acredita que Smith estava se referindo à filha do ex-presidente e não à mãe de Bush, que tem o mesmo nome.

De acordo com a lei federal, é crime ameaçar um atual ou ex-presidente.
Na quinta-feira, a mãe do homem ligou para a polícia para informar que tinha encontrado uma nota ameaçadora na casa que divide com seu filho e que um rifle estava desaparecido, disse a queixa.
"Estou indo trabalhar para George W. Bush e para o Pentágono", dizia o bilhete, segundo o governo. "Eu tenho que matar um dragão, e aí Barbara Bush será minha."
A advogada de defesa de Smith, Peggy Cross-Goldenberg, disse que o bilhete e as declarações de Smith não constituem uma "verdadeira ameaça".
O juiz disse que "não estava claro" se o júri consideraria Smith culpado.
 


(Reportagem de Joseph Ax)

VERGONHA! - QUEM É O SANTO PROTETOR DO CAMPEÃO DE PROCESSO, LIRA MAIA?

 
Que motivos existem para o deputado federal do DEM Lira Maia não ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal?
Alguém tem que, urgentemente, indagar ao justiceiro Joaquim Barbosa, e procurar saber quem é o santo protetor de Maia. 

O líder democrata responde a mais de uma dezena de procedimentos no STF. Algumas dessas ações já estão em fase de alegações finais, e aí está Maia livre, leve e solto. Rindo à toa, pousando de bom moço e que é um perseguido.
Só não consegue explicar a origem de seu vultoso patrimônio.
Se o STF não o julgar, lá vai ele novamente espocar as urnas com votos. 
Nisso ele é impecável. E o povo quer mais é que se exploda. É o famoso “rouba mais faz”.
Esse é aliado de primeira hora do prefeito Von, que foi seu aluno e continua recebendo seus conselhos. É tanto que mais da metade do primeiro escalão do atual governo, estava com Maia e produziram as mazelas administrativas que levaram o ex-prefeito a ser hoje o parlamentar brasileiro que mais responde a procedimentos jurídicos no Brasil, tendo barrado o lendário Paulo Maluf.
Repito: quem é o santo protetor de Maia?
Se espiritual ou de carne e osso, quem quer que seja, muita gente quer tomar a bênção dele.
Deus queira que não seja o santo que tem o mesmo nome de Lira Maia: 
São Joaquim. 
Esse santo não protegeu o deputado federal Danadon, que está preso.

Fonte: Blog Espalha Brasa