A recém lançada e já consagrada biografia do guerrilheiro Carlos Marighella escrita pelo jornalista Mário Magalhães faz uma revelação bombástica: o “inimigo público nº 1” da ditadura estava desarmado e sozinho quando foi alvejado por tiros de mais de 30 policiais na Alameda Casa Branca, em São Paulo, em 4 de novembro de 1969.
Covardia é pouco.
Durante décadas, a informação oficial
era de que Marighella recebera voz de prisão no “fusca” onde se encontrava com
os frades dominicanos Ives e Fernando. Segundo essa versão, o guerrilheiro tentou
apanhar um revólver calibre .32 da pasta que trazia consigo quando recebeu os disparos.
Magalhães revela que o líder da ALN não tinha arma alguma e que tentou alcançar
duas cápsulas de cianureto que trazia na pasta, porque não pretendia cair
novamente nas garras da repressão.
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Depois
disso, a ditadura criou a Oban e os DOI-Codi e se
profissionalizou. Em vez de matar os opositores com alarde público, a
repressão passou a sequestrá-los, torturá-los, matá-los e depois dar
sumiço nos corpos.
valeu edu gostei do artigo!
ResponderExcluirnão faz sentido fogo amigo unilateral! Não vou nem continuar o comentário!!
ResponderExcluirDitadura de merda, frouxa, vagabunda, milicos incompetentes e burros, ficaram 20 anos no poder e só fizeram merda, não acabaram com o maldito comunismo, deixaram os filhotes sovieticos vivos que estão no poder hoje. DEixaram pustulas sovieticas vivas que deram origem às merdas: PCB, PCdoB, PT e tudo quanto é escória esquerdóide ainda viva. Deviam ter exterminado com toda esta corja, esta erva daninha que corrói o mundo chamado de comunistas.MALDITOS, só contam mentiras pra contaminar as mentes dos mais jovens. Marighella era terrorista E TEVE O FIM QUE MERECEU.
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