O MViva!, espaço aberto, independente, progressista e democrático, que pretende tornar-se um fórum permanente de ideias e discussões, onde assuntos relacionados a conjuntura política, arte, cultura, meio ambiente, ética e outros, sejam a expressão consciente de todos aqueles simpatizantes, militantes, estudantes e trabalhadores que acreditam e reconhecem-se coadjuvantes na construção de um mundo novo da vanguarda de um socialismo moderno e humanista.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

PIS - TRABALHADOR QUE SACAR EM JANEIRO RECEBERÁ MAIS.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) constatou que cerca de 1,9 milhão de pessoas ainda não sacaram o abono salarial referente a 2012. 
O abono é um benefício, no valor de um salário mínimo (R$ 622), pago a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos (cerca de 1,2 mil) por mês. Os beneficiários têm até o dia 28 junho de 2013 para receber o valor do exercício 2012/2013.

  Quem deixou para fazer esse saque no ano que vem deverá receber mais do que os que o fizeram este ano. No dia 24 de dezembro, foi anunciado o reajuste do mínimo, que passará a ser R$ 678 a partir de 1º de janeiro. O abono, portanto, terá esse valor e o direito será ampliado a pessoas que recebem até R$ 1,3 mil.

O MTE estima que mais de 18 milhões de pessoas tenham sacado o benefício em 2012 - aproximadamente 90,5% dos 20,7 milhões de trabalhadores com direito ao abono. No total, foram gastos R$ 11,5 bilhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) com o pagamento do benefício até agora.

Os requisitos para ter direito ao abono são: ter rendimento mensal até dois salários mínimos, ter informações cadastradas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), estar cadastrado no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter carteira assinada ou ter sido nomeado para cargo público durante pelo menos 30 dias no ano em questão.

  Para receber o abono, o trabalhador deverá ir às agências da Caixa Econômica Federal (no caso do PIS) ou do Banco do Brasil (no caso do Pasep) com um documento de identificação com foto e o número de cadastro no programa. Quem tem Cartão Cidadão e senha cadastrada também pode sacar o valor em caixas eletrônicos, lotéricas ou postos do Caixa Aqui.


(Dol)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ENTRE O PASSADO E O FUTURO: PROGRESSO?



"Há um quadro de Paul Klee que se chama Angelus Novus. Representa um anjo que parece querer afastar-se de algo que ele encara fixamente. Seus olhos estão escancarados, sua boca dilatada, suas asas abertas. O anjo da História deve ter esse aspecto. Seu rosto está dirigido para o passado. Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés. Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos. Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se em suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las. Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu. Essa tempestade é o que chamamos progresso"

Walter Benjamin, Teses sobre a Filosofia da História


O Mister Botox Alvaro Dias, esteve na privataria tucana da Telepar

Em 1994 o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) disputou o governo do Paraná pelo então PP. 
Perdeu para Jaime Lerner. Sem cargo, mudou-se de mala e cuia para o PSDB. 
Recebeu como recompensa pela adesão ao tucanato a presidência da TELEPAR (empresa de telefonia do Paraná, quando ainda era estatal), contanto que se enquadrasse no esquema "Serjão" (Sérgio Motta) de preparar a empresa para privatizá-la. Assim fez Alvaro Dias (PSDB-PR). Assumiu a presidência em maio de 1997 e, em julho de 1998, a empresa era leiloada, arrematada no pacote da Brasil Telecom, controlado por Daniel Dantas, do Banco Opportunity e Citibank.
No momento em que o senador tucano aparece com um súbita fortuna de R$ 16 milhões, até então desconhecida, os fatos históricos nebulosos daquela privataria tucana merecem ser revisitados.
 
 
Análise de Conjuntura

O ANJO AZUL DA ALEMANHA

The Blue Angel


MARLENE DIETRICH (1901-1992).  
A atriz de beleza exótica, celebridade na Alemanha, disse não a Hitler e foi cantar para as tropas aliadas.



Neste 27 de dezembro, comemora-se o 112º aniversário de seu nascimento


Lili Marleen (Lili Marlene), a canção do soldado, intepretada em alemão por Dietrich
 
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ESCÂNDALO VERGONHOSO ! - MENSALÃO PERTO DISSO É 'PINTO'

E AGORA SENHOR 'GOVERNADOR'?

Estado de São Paulo banca pensão vitalícia a 266 na Assembleia

Pensão decorre da extinta carteira previdenciária dos deputados paulistas; dentre os beneficiados estão dois ex-ministros, um ex-governador e o presidente da CBF

Agência Estado |

Dois ex-ministros, um ex-governador, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), uma viúva de governador, a madrasta de um senador e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estão entre os 266 ex-deputados ou dependentes que recebem pensão vitalícia relativa à extinta carteira previdenciária dos deputados paulistas. Instituída em 1976, a carteira foi encerrada em 1991, mas aqueles que contribuíam com ela tiveram seus direitos preservados.
O governo do Estado, que atualmente é quem banca as pensões, gasta anualmente cerca de R$ 33 milhões com os 148 dependentes e 118 ex-deputados que recebem o benefício - são 125 na lista, mas sete cumprem mandato e atualmente não ganham.
Minas Gerais:  Deputados de Minas aprovam fim da pensão vitalícia

Agência Brasil
O ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi é um dos beneficiados pela pensão
A lista dos beneficiários foi repassada à reportagem pela Secretaria da Fazenda após pedido com base na Lei de Acesso à Informação. Até a vigência da lei, a secretaria informava o número de pensionistas e o valor total gasto, mas preservava o sigilo da identificação deles.
Os vencimentos variam de R$ 10.021 a R$ 18.725 no caso de ex-deputados, e de R$ 7.515 a R$ 18.725 no caso de dependentes. Como o teto do funcionalismo subirá em janeiro porque o salário do  

 
governador Geraldo Alckmin será reajustado, o teto das pensões chegará ao dos salários dos deputados - R$ 20.042.
Os dois ex-ministros que recebem pensão da Assembleia são Wagner Rossi, que chefiou a Agricultura no governo Dilma Rousseff , e Almir Pazzianotto, responsável pelo Trabalho no governo José Sarney. Ambos cumpriram dois mandatos na Assembleia e recebem, mensalmente, R$ 10.021, metade do salário de um deputado estadual.
A lei que instituiu a carteira previa que com oito anos de contribuição o parlamentar poderia requerer metade da pensão, e daí proporcionalmente até 20 anos de contribuição, quando poderia receber o valor total.
Compulsória
Rossi não respondeu os contatos da reportagem. Pazzianotto, que acumula a pensão da assembleia com a do Tribunal Superior do Trabalho, afirmou que, quando entrou no Legislativo, a contribuição com a carteira era compulsória. "E não me pareceu justo deixar de receber depois de ter contribuído. Se eu morresse, minha família não receberia nada."
Leia:  Senado decide pagar Imposto de Renda de salários extras de parlamentares
Ele disse também que contribuiu por mais de 20 anos com a Previdência Social e não recebe nada porque se aposentou no serviço público.
Outro que recebe por ter cumprido dois mandatos é o ex-governador e vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, que ganha R$ 12.025 mensais. Ele foi deputado entre 1971 e 1979. Goldman não quis comentar sobre a moralidade do benefício. "Nem discuto essa questão".

Futura Press
José Marin, presidente da CBF, também está na lista

O conselheiro do TCE Robson Marinho, que recebe cerca de R$ 20 mil líquidos no tribunal, também recebe R$ 10.021 mensais de pensão. O presidente da CBF, José Maria Marin, que ganha salário de R$ 160 mil na confederação e R$ 110 mil no Comitê Organizador da Copa, ganha R$ 16.033 de pensão por dois mandatos cumpridos na Casa. A assessoria de Marin informou que ele está em viagem e não poderia comentar.
A madrasta do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), Roseli Fátima Gonzales, recebe R$ 7.515 todo mês por ter se casado com o pai do senador, também chamado Aloysio Nunes Ferreira, que foi deputado estadual durante dois mandatos na Assembleia. Detalhe: ele trabalhou no Legislativo paulista de 1954 a 1962, antes, portanto, da criação da carteira, que só seria instituída mais de uma década depois, em 1976. A reportagem não conseguiu localizar Roseli Fátima.
Em agosto: Receita cobra Imposto de Renda sobre salários extras de senadores
Candidato à Presidência da República pelo PSOL em 2010, Plínio de Arruda Sampaio também figura entre os pensionistas, embora nunca em seus 82 anos de vida tenha sido deputado estadual. Plínio foi deputado federal e foi incluído na carteira porque esta compreendia todos os parlamentares de São Paulo, estaduais e federais. Ele recebe R$ 10.021 mensais.
O ex-candidato diz que chegou a abrir mão da pensão, mas sustenta que o governo do Estado lhe afirmou que não podia por se tratar de uma "verba familiar" e, portanto, compulsória. Ele diz que durante algum tempo não mexeu no dinheiro depositado, até que um filho o convenceu a receber a pensão e sugeriu que ela custeasse sua militância política.
Plínio afirma que a verba hoje ajuda a pagar um jornal de esquerda que edita. "Esse dinheiro vai inteirinho para custear o Correio da Cidadania. Ele não entra na minha fazenda pessoal."<
Também é pensionista Florinda Gomes Covas, a dona Lila, viúva do ex-governador Mário Covas. Covas, assim como Plínio, nunca cumpriu mandato na Assembleia Legislativa, mas foi deputado federal durante três legislaturas. Ela não foi localizada para comentar o assunto. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .

Em Belém do Pará trabalhadores da construção civil fazem protesto


Quarta-Feira, 26/12/2012,
Trabalhadores da construção civil fazem protesto (Foto: Divulgação / Twitter)
A manifestação dos trabalhadores complica o trânsito nas ruas do Umarizal (Foto: Divulgação / Twitter)
Os trabalhadores ligados ao sindicato da construção civil no Pará realizam na manhã desta quarta-feira (26) novo protesto pelas ruas de Belém.
A concentração reuniu dezenas de pessoas na rua Boa Ventura da Silva entre as avenidas Alcindo Cacela e 14 de Março no bairro do Umarizal.
De acordo com informações da Polícia Militar o trânsito está complicado no local. Depois de quase uma hora de negociações os manifestantes já liberaram parte da via o que facilita o fluxo dos carros.
A manifestação dos trabalhadores reivindica melhores condições de trabalho e reajustes salariais.
A internauta  @anapaulacunha fotografou o momento do incidente.
(DOL)

Grandes momentos de 2012: a lição que a Noruega deu ao mundo no caso Breivik

Por Paulo Nogueira
A civilização pode triunfar sobre a barbárie, como os noruegueses mostraram admiravelmente num episódio histórico

Breivik faz a saudação nazista no dia do veredito

Um dos grandes acontecimentos de 2012 foi o julgamento do assassino de massa Anders Behring Breivik, terrorista norueguês.
Recapitulemos, pelo didatismo do caso. Vamos ao twitter, naqueles dias.
1) “Anders Behring Breivik recebe pena de 21 anos de prisão. Isso dá três meses por cada morto.”
2) “Ele matou pessoas inocentes. Pegou uma pena ridiculamente leve. Noruega dá um mau exemplo.”
3) “21 anos para Breivik? São 100 dias por morto.”
Foram amostras representativas das reações das pessoas no twitter ao veredito da justiça norueguesa no caso do extremista de direita Breivik, que em dois atentados no mesmo dia matou 77 pessoas no intuito de salvar a Europa do avanço muçulmano, além de ferir centenas de outras.
O tom geral, em relação à Noruega, foi de recriminação e raiva.
Mas isso se deveu a uma coisa chamada ignorância. Na verdade, a Noruega deve ser aplaudida pela maneira como tem tratado o caso.
Clap, clap, clap. De pé.
O mundo teve uma chance de assistir a um espetáculo admirável de civilização de um país socialmente desenvolvidíssimo, a exemplo de seus vizinhos de Escandinávia.
Primeiro, e acima de tudo: 21 anos é a pena máxima na Noruega, onde não existe condenação à morte. Segundo, a sentença deixa claro que Breivik – declarado são — continuará preso enquanto for considerado um risco para o público.
Isso quer dizer que ele jamais será libertado, na prática.
O que uma sociedade avançada faz com um preso? Trata com civilidade. É algo a que todos deveríamos aspirar para todos, uma vez que sempre correremos o risco de cairmos numa prisão. A Noruega faz isso.
Quem não se lembra das palavras soturnas de Dirceu, ditas à jornalista Mônica Bergamo há alguns dias, sobre as prisões brasileiras, e o quanto sucessivas administrações brasileiras, incluídas as petistas, nada fazem por elas?

A cela de Breivik não é um quarto de luxo. Mas é como que um pequeno apartamento decente de três cômodos. Tem uma sala, com uma mesa na qual ele pode usar um laptop (sem internet, por motivos óbvios), um quarto e um terceiro cômodo com dois aparelhos de ginástica.
O presídio divulgou fotos, como a que você vê abaixo. Ele, num primeiro momento, não terá contato com outros presos, mas a ideia é gradativamente integrá-lo à comunidade. “Isolamento é tortura”, disse uma autoridade da prisão. “Ele é um ser humano. Tem direitos humanos.”

Parte da cela
Estive em Oslo durante o julgamento, e já falei disso no Diário. Fiquei surpreendido com a maturidade com que o crime foi tratado. Uma sociedade aberta responde assim a quem a agride. Inspira pelo exemplo. A mídia não estava histérica, ao estilo da brasileira e da de tantos outros países. Portanto, não contribuía para espalhar pânico, raiva e outros sentimentos negativos.
Breivik pôde falar o que queria. Também testemunhas de seus atos de terror depuseram. Amigos dele, Breivik, igualmente, bem como familiares dos mortos e quem mais cuja voz fosse relevante para compreender o caso.
Fui a uma sessão do julgamento na corte principal de Oslo. Mesmo sem ter entendido uma palavra do norueguês falado lá, jamais esquecerei o ambiente civilizado, superior, inspirador que presenciei.
Breivik não vai estragar uma sociedade aberta e inspiradora como a da Noruega: este é o principal resultado.
A civilização triunfou sobre a barbárie.

Compare, agora, isso com o tratamento dispensado pelos Estados Unidos ao recruta Bradley Manning, acusado de ter passado documentos confidenciais ao Wikileaks.
Manning foi posto em regime de prisão solitária, com requintes de perversidade como deixá-lo sem roupa nenhuma na hora de dormir. Isso só mudou quando ativistas americanos denunciaram um tratamento que poderia ser classificado como tortura.
Há várias maneiras de medir o desenvolvimento social de um país.
Um dos mais eficazes é verificar o estado de suas cadeias e o tratamento dado aos presos.

O Brasil, sabemos, está na idade da pedra. Os Estados Unidos, depois dos atentados de 11 de Setembro, regrediram à mesma idade da pedra.
A Noruega oferece ao mundo uma lição – pelo exemplo, sem dar sermão nenhum, sem se declarar a terra dos livres ou coisa que o valha.

TRAIR O LULA É O QUE A CASA GRANDE DÁ À DILMA

Por Paulo Henrique Amorim
A Dilma só entra na Casa Grande se deixar o Lula e o PT no portão.

Saiu na Folha: DILMA NA SEGUNDA METADE DO MANDATO

(…) As circunstâncias (percebidas por Lula) deram-lhe a oportunidade. Seu desempenho comprovou a eficácia da ideia, e Dilma vestiu o papel com a naturalidade com que veste seu medonho casaquinho de renda branca. Afastou-se da rotina do Congresso, deixando-o deslizar para um papel perigosamente banal. Mantendo-se longe das tensões provocadas pelo contencioso dos cleptocompanheiros, ela foi um fator relevante no engrandecimento do Judiciário.
(…) Resta a imagem da gerentona, que é tudo o que um país precisa. Seus pibinhos, associados à incerteza criada na gerência das concessões de petróleo, energia e transportes mostram que ela terá os próximos dois anos para confirmar a expectativa. Por enquanto, nas áreas de saúde e educação, produziu mais do mesmo, um mesmo de baixa qualidade. (…)

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Além do emprego de múltiplos chapéus, este colonista da Folha é um historialista: não faz História nem Jornalismo, porque escreveu uma estante de livros para provar que o Geisel e o Golbery são o Washington e o Jefferson (o verdadeiro) da Democracia brasileira.
Como diz um amigo navegante, ele exibe máxima indignação diante de assuntos de mínima relevância.
(É o equilíbrio dos chapéus. Complica a lógica.)
Este artigo natalino, porém, tem virtudes.
Ele elogia a Dilma no que ela tem (na opinião do colonista) de não-Lula.
O bom da Dilma é renegar o Lula e o PT.
Por exemplo: ele diz que a Dilma “colocou na surdina a diplomacia de atabaques que herdou”.
Ou seja, “diplomacia de atabaques” foi a política externa independente e altiva que o grande chanceler Celso Amorim liderou.
O colonista e seu Guia Oculto, o Padim Pade Cerra, preferem a diplomacia que tira o sapato, a Diplomacia da Dependência.
O Cerra ia acabar com o Mercosul, não é isso, amigo navegante ?
Ia dar o pré-sal à Chevron.
Outro aspecto interessante do supra-citado artigo é revelar a “margem de tolerância” da Casa Grande com a Dilma.
Ela será consagrada e vitoriosa só e se enforcar o Lula e os “cleptocompanheiros”.
(Como chamaria ele o pessoal do clã do Cerra na Privataria ?
“Privataria”, como se sabe, é expressão da lavra deste colonista, mas, depois do livro do Amaury, ele não invocou a paternidade.)
 

A Dilma só entra na Casa Grande, se deixar o Lula na porta.
Se não, será para sempre uma gerontona de “mais do mesmo”.
E se for muito bem nos dois anos restantes, o historialista será capaz de compará-la ao Reis Velloso.