
Ex-embaixador dos EUA defende reaproximação vampira com Brasil

Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, ele diz que o tucano seria
convidado rapidamente, mas com Dilma, a Casa Branca "faria uma
diplomacia silenciosa para descobrir se ela não vai recusar outra vez".
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Dilma, que rechaçou visitar os EUA depois do criminoso escândalo de espionagem, é a liderança continental que trabalha para levar a UNASUL para compor com os BRICS. |
Ele ressalta ainda que a presidente Dilma tem dito coisas que não conquistam amigos em Washington ultimamente: “Os comentários da Dilma sobre as ações americanas contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque [pedindo diplomacia] foram surpreendentes. O mundo entende quão perigoso esse grupo é. O Brasil tem uma comunidade sírio-libanesa enorme”.
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Segundo Levitsky, Lula era equilibrado e sensível, já Dilma tem uma política econômica mais à esquerda (leia aqui).
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